Forças de Segurança e Ministério Público realizam Operação Regresso em Rondônia e outros estados

Forças de Segurança e Ministério Público realizam Operação Regresso em Rondônia e outros estados

Na manhã deste sábado (21), foi deflagrada a Operação Regresso, resultado de uma ação integrada de combate ao crime organizado no estado de Rondônia. A iniciativa reúne o Ministério Público de Rondônia (MPRO) e diversas forças de segurança estaduais e federais.

Participam da operação a Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), a Polícia Militar (PMRO), a Polícia Civil (PCRO), a Polícia Penal (PPRO) e a Polícia Federal (PF). Ao todo, mais de 70 agentes estão mobilizados na ação.

Também integram a operação equipes especializadas, como o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado (Fticco) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal (Ficco), além de batalhões da Polícia Militar, unidades de inteligência e setores do sistema prisional.

O principal objetivo é cumprir 26 mandados de prisão preventiva expedidos pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia. As ações ocorrem nos municípios de Porto Velho, Candeias do Jamari, Guajará-Mirim e Ouro Preto do Oeste, em Rondônia, além de Rio Branco (AC) e Catanduvas (PR).

A operação busca recapturar réus envolvidos na Operação Escudo de Rondônia, realizada em 2025, após uma série de ataques promovidos por organização criminosa em várias cidades do estado. Na ocasião, foram registrados atentados contra agentes públicos, depredação de prédios e veículos, além de incêndios criminosos.

Os investigados haviam sido colocados em liberdade provisória, mediante medidas cautelares, após a fase de interrogatórios dos principais acusados. No entanto, a decisão foi suspensa por determinação liminar do Tribunal de Justiça, a partir de pedido apresentado pelo Gaeco.

Com isso, os réus deverão permanecer presos enquanto aguardam o julgamento da ação penal.

Segundo o Ministério Público, a operação reforça o compromisso das instituições com o combate ao crime organizado e a preservação da segurança pública em Rondônia.